Por Isabella Mendes & Felipe Pereira
Pierre Lévy(1996), em seu livro “O que é Virtual”, afirma que “a palavra virtual vem do latim medieval virtualis, derivado, por sua vez, de virtus, força, potência. O virtual tende a atualizar-se, sem ter passado, no entanto, à concretização efetiva ou formal”, ou seja, é algo que não existe na forma física.
Interpretamos, popularmente, o virtual como tudo aquilo que diz respeito à internet. O virtual muitas vezes nos traz a sensação de uma simulação, de algo irreal, o que nem sempre é verdade.
O que Lévy tenta esclarecer é que o “virtual” é uma coisa real, mas não necessariamente instantânea, como uma conversa, ao vivo, entre duas ou mais pessoas. O autor também afirma que o virtual é mediado ou potencializado, pela tecnologia: produto de externalização de construções mentais em espaços de interação cibernéticos. Para ele, a “virtualização” é aplicada em, praticamente, todos os aspectos da vida humana.
É impossível não afirmar que o virtual surgiu para facilitar a vida do ser humano, pois é através dele, que se encontra em um suporte material, como é o caso do computador, que podemos fazer praticamente tudo sem sair de casa: conhecer lugares distantes em poucos cliks, interagir com pessoas, que, muito provavelmente, sem estas novas tecnologias, nunca viríamos a conhecer.
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Um comentário:
eh, esse tal de virtual que acabou com minha vida.rsrsrsr
K.I.F. o blog tá massa!!!!
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